Ibanor
Ibanor Catto · nasceu em 1954
Ibanor se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Prefeito · Sapucaia do Sul (RS)PDT 12· centro-esquerda· na urna, Ibanor Cattonão eleito3.709 votos, 4,9%
- 2008Vice-prefeito · Sapucaia do Sul (RS)PDT 13· centro-esquerdaNa chapa de Ballinchapa eleita45.349 votos da chapa, 60,8%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ibanor declarou R$ 944,4 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 65,8 mil acima da inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- IbanorR$ 944,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um terreno com casa de alvenáriaR$ 324,9 milCasa
- Um escriótio montado com todos os perttences necessa´riso…R$ 260 milOutros bens móveis
- Uma sala comercialR$ 130 milSala ou conjunto
- Automóvel honda civicR$ 121,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um automóvel C-4 1.6 flexR$ 92,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um box de estacionamento de veiculo cobertoR$ 16,2 milOutros bens imóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ibanor declarou ao TSE R$ 43 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sapucaia do Sul (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 17,2 mil89,1%
- PessoasR$ 2.10510,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 16,3 mil84,9%
- ServiçosR$ 2.10510,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 8104,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Sapucaia do Sul (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 42,7 por voto. Quem venceu, Maninho Do Jas, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 167; o mais barato, R$ 11,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ademir Costella PPR$ 47 mil · 280 votosR$ 167
- Jean Carlo PLR$ 26 mil · 192 votosR$ 135
- Paulo Borges DEMR$ 25 mil · 280 votosR$ 90,7
- Belmonte PTR$ 35 mil · 418 votosR$ 83,2
- Wink PTR$ 38 mil · 856 votosR$ 44,6
- Professor Edson PTR$ 39 mil · 910 votosR$ 42,7
- Luciano Rodrigues PTR$ 62 mil · 1.535 votosR$ 40,5
- Tita Nunes PTR$ 25 mil · 683 votosR$ 36,8
- Dra. Imilia PTBR$ 38 mil · 1.460 votosR$ 26,3
- Jorge Barbosa PSDR$ 27 mil · 2.067 votosR$ 13,1
- Maninho Do Jas MDBR$ 26 mil · 2.270 votosR$ 11,5
Votos por real
- 2016, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 201 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 864 votos por R$ 1.000, 6,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.