Hygino
Hygino Felice Castagna · nasceu em 1933
Hygino se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PL (2004), PSDB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 79 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Hygino declarou R$ 2,6 mi em bens, em reais de hoje: 29 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 1,6 mi acima da inflação.
Declarou 29 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- HyginoR$ 2,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- 377 Ha 10AR$ 2,1 miTerra nua
- Camionete S10 ano 2010R$ 157,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Localizado na rua ve nancio aires em santa mariaR$ 102 milApartamento
- De alvenaria localizada em são martinho da serraR$ 87,7 milCasa
- 50% De um apartamento na rua venancio aires em s anta mariaR$ 51 milApartamento
- Camionete silverado ano 1997R$ 50,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fração de um terreno localizado na rua venancio aires em…R$ 26,2 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Hygino declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · São Martinho da Serra (RS) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.06998,8%
- PartidoR$ 631,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.00778,1%
- Material impressoR$ 1.12421,9%
Quanto custou cada voto: vereador, São Martinho da Serra (RS), 2012
Hygino: R$ 78,9 por voto (mediana da disputa, R$ 70). Quem venceu, Robson Da Trindade, gastou R$ 14,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 220; o mais barato, R$ 14,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Hygino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jacimar Boer De Arruda PPR$ 13 mil · 58 votosR$ 220
- Fatima Beck PPR$ 5,4 mil · 26 votosR$ 209
- Roque Farias PTR$ 9,1 mil · 58 votosR$ 156
- Pedro Fernando Iensen PPR$ 11 mil · 136 votosR$ 81
- Hygino PSDBR$ 5,1 mil · 65 votosR$ 78,9
- Arani Silva Da Trindade PPR$ 9,7 mil · 132 votosR$ 73,8
- Elida PPR$ 2,4 mil · 35 votosR$ 70
- Luiz Ancelmo Hoffmann - Taka PPR$ 17 mil · 247 votosR$ 69,3
- Rogério Da Silva PPR$ 7,6 mil · 140 votosR$ 54,4
- Luizmar Cassenote PDTR$ 2,9 mil · 84 votosR$ 34,8
- Roque Longhi PPR$ 4,7 mil · 160 votosR$ 29,4
- Robson Da Trindade DEMR$ 2,8 mil · 197 votosR$ 14,3
Votos por real
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.