Humberto da Dengue
Humberto Pereira da Silva · nasceu em 1955
Humberto da Dengue disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Barro Preto (BA)), pelo PHS: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 52 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Humberto da Dengue declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Prefeito · Barro Preto (BA) · PHS · não eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 3.90954,9%
- EmpresasTudo de G. S. Santos Comercial M. ER$ 3.21345,1%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Barro Preto (BA), 2008
Humberto Da Dengue: R$ 274 por voto (mediana da disputa, R$ 33,8). Quem venceu, Adriano, gastou R$ 33,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 274; o mais barato, R$ 21,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Humberto Da Dengue. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Humberto Da Dengue PHSR$ 7,1 mil · 26 votosR$ 274
- Fernando Costa PDTR$ 12 mil · 59 votosR$ 205
- Adriano MDBR$ 75 mil · 2.211 votosR$ 33,8
- Jaqueline PODER$ 34 mil · 1.609 votosR$ 21,2
Votos por real
- 2008, prefeito: 3,7 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.