Humberto
Humberto da Mota Barbosa · nasceu em 1934
Humberto disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Surubim (PE)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 70 anos, até o fundamental, industrial. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Humberto declarou ao TSE R$ 404 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Surubim (PE) · DEM · não eleito
De onde veio
- Pessoas24 pessoas, não nomeadasR$ 194,2 mil48,1%
- Próprio bolsoR$ 9.3962,3%
Para onde foi
- TransporteTudo de Posto Maracaja LtdaR$ 39,6 mil9,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Surubim (PE), 2004
Humberto: R$ 39,9 por voto (mediana da disputa, R$ 21,6). Quem venceu, Dr. Flávio Nóbrega, gastou R$ 21,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,9; o mais barato, R$ 21,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Humberto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Humberto DEMR$ 404 mil · 10.134 votosR$ 39,9
- Dr. Flávio Nóbrega PTR$ 298 mil · 13.792 votosR$ 21,6
- Fabricio Brito CIDADANIAR$ 44 mil · 2.084 votosR$ 21,3
Votos por real
- 2004, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.