Hildebrando Rocha
Hildebrando Neres da Rocha · nasceu em 1970
Hildebrando Rocha se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 2 partidos: PT (2004–2012), PC do B (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, ensino médio, agricultor, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · Rio Grande do NortePC do B 6513· esquerdasuplente1.291 votos; 73º mais votado de 113 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Hildebrando Rocha teve 1.291 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 73º lugar entre 113 candidatos.
Recebeu votos em 56 cidades. Campo Grande deu 57,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Hildebrando Rocha declarou R$ 231,3 mil em bens, em reais de hoje: 40 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 123,4 mil acima da inflação.
Declarou 40 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2020.
- Hildebrando RochaR$ 231,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 50,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Hildebrando Rocha declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 14 mil, 47% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Campo Grande (RN) · PC do B · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.25261,2%
- Fundo eleitoralR$ 79538,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.09753,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 95146,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Campo Grande (RN), 2020
Mediana da disputa: R$ 28,9 por voto. Quem venceu, Nilson Gondim, gastou R$ 8,00 por voto. O voto mais caro custou R$ 475; o mais barato, R$ 8,00.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ana De Romualdo PSBR$ 7,1 mil · 15 votosR$ 475
- Arnaldo Bezerra MDBR$ 29 mil · 258 votosR$ 112
- Dilcineia Brito PSBR$ 10 mil · 131 votosR$ 77
- Deró Araújo PTR$ 6,9 mil · 145 votosR$ 47,4
- Luana Priscilla PSBR$ 10 mil · 286 votosR$ 36,5
- Seu Riba Contador AVANTER$ 3,7 mil · 109 votosR$ 34,2
- Felipinho Pimenta PSBR$ 11 mil · 382 votosR$ 28,9
- Neta Gois PSCR$ 4,7 mil · 270 votosR$ 17,5
- Deginaldo Oliveira PSCR$ 5,2 mil · 401 votosR$ 12,9
- Vagner Souza AVANTER$ 6 mil · 487 votosR$ 12,4
- Pedro Myal MDBR$ 3,4 mil · 319 votosR$ 10,8
- Nilson Gondim MDBR$ 3,6 mil · 446 votosR$ 8,00
Votos por real
- 2018, deputado federal: 155 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.