Henrique Ze Magrela
Jose Henrique Sperendio · nasceu em 1953
Henrique Ze Magrela se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2008), PV (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004Vereador · Pinhalzinho (SP)PSDB 45654· centro-direita· na urna, Henrique - Ze Magrelaeleito147 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Henrique Ze Magrela declarou R$ 786,4 mil em bens, em reais de hoje: 33 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 576,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 33 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Henrique Ze MagrelaR$ 786,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Terreno com 7R$ 731,1 milTerreno rural
- Trator ano 1974 50X mfR$ 21,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Implementos agricolasR$ 13 milOutros bens móveis
- Automo VW santana 1991R$ 13 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automovel chevette ano 1989R$ 8.123Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Henrique Ze Magrela declarou ao TSE R$ 9,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pinhalzinho (SP) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Pinhalzinho (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,6 por voto. Quem venceu, Valdemar Da Farmacia, gastou R$ 14,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 167; o mais barato, R$ 14,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nelson Do Jeep PSDBR$ 7 mil · 42 votosR$ 167
- Joel Da Aparecidinha PSDBR$ 6,9 mil · 56 votosR$ 123
- Arildo Do Bloco PTBR$ 5,4 mil · 94 votosR$ 57,3
- Tenente Roberto PSDBR$ 6,4 mil · 130 votosR$ 49,5
- Edson Godoi MDBR$ 6,3 mil · 138 votosR$ 45,8
- Kiota DEMR$ 8,3 mil · 249 votosR$ 33,5
- Professor Periquito PTBR$ 3,9 mil · 152 votosR$ 25,6
- Ricardo Do Jove MDBR$ 6,1 mil · 252 votosR$ 24,2
- Maria Eva PSDBR$ 3,9 mil · 225 votosR$ 17,2
- Zete DEMR$ 4,9 mil · 298 votosR$ 16,4
- Tenente Jesuel DEMR$ 6,1 mil · 407 votosR$ 15,1
- Valdemar Da Farmacia DEMR$ 4,8 mil · 323 votosR$ 14,9
Votos por real
- 2016, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.