Tenente Roberto
Roberto da Silva Duarte · nasceu em 1965
Tenente Roberto se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2016), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, ensino médio, militar reformado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Tenente Roberto declarou R$ 86,2 mil em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 72,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Tenente RobertoR$ 86,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Tenente Roberto declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,4 mil, 3,6% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pinhalzinho (SP) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.53889,1%
- Outros candidatosR$ 43310,9%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Pinhalzinho (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 2,39 por voto. Quem venceu, Kiota, gastou R$ 1,67 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,1; o mais barato, R$ 1,03.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ana PSDBR$ 156 · 5 votosR$ 31,1
- Monica Do Jardim Primavera REPUBLICANOSR$ 142 · 15 votosR$ 9,43
- Edson Godoi DEMR$ 1,2 mil · 146 votosR$ 8,20
- Ricardo Alvarenga REPUBLICANOSR$ 1,2 mil · 146 votosR$ 8,14
- Glorete DEMR$ 708 · 158 votosR$ 4,48
- Zete DEMR$ 495 · 207 votosR$ 2,39
- Paulinho Irmão Do Magrão PSDBR$ 425 · 236 votosR$ 1,80
- Acássio Cacá PSDBR$ 299 · 169 votosR$ 1,77
- Kiota DEMR$ 569 · 341 votosR$ 1,67
- Lucas Do Expresso PSDBR$ 64 · 62 votosR$ 1,03
Votos por real
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.