Henrique
Carlos Henrique de Carvalho · nasceu em 1952
Henrique se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 4 partidos: PP (2004–2008), PSD (2012), PC do B (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 68 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Henrique declarou R$ 57,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 24,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- HenriqueR$ 57,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Henrique declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,4 mil, 26% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santana do Deserto (MG) · PC do B · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.05274%
- Fundo partidárioR$ 36926%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.05274%
- Material impressoR$ 36926%
Quanto custou cada voto: vereador, Santana do Deserto (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 59,8 por voto. Quem venceu, Fábio Joaquim, gastou R$ 22,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.125; o mais barato, R$ 22,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Olimpia Do Carmo MDBR$ 3,4 mil · 3 votosR$ 1.125
- Rose PSLR$ 3,3 mil · 4 votosR$ 829
- Fernando Do Darci PSLR$ 3,3 mil · 5 votosR$ 663
- Flavia Da Silva De Oliveira MDBR$ 3,4 mil · 7 votosR$ 482
- Marcelo Vicente PSLR$ 3,3 mil · 15 votosR$ 221
- Alessandro MDBR$ 7,6 mil · 124 votosR$ 61,6
- Roberta Cacau CIDADANIAR$ 10 mil · 172 votosR$ 59,8
- Ivanir Da Silva MDBR$ 3,4 mil · 67 votosR$ 50,4
- Leo Da Bomba MDBR$ 4,1 mil · 88 votosR$ 46,9
- Joãozinho Batata PSDBR$ 7,2 mil · 192 votosR$ 37,5
- Marquinho Tirinha PSLR$ 4,6 mil · 128 votosR$ 36
- Fábio Joaquim DEMR$ 4,2 mil · 192 votosR$ 22,1
Votos por real
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 105 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.