Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Alessandro

Alessandro Andrade Pereira · nasceu em 1986

Alessandro disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Santana do Deserto (MG)), pelo MDB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 30 anos, superior incompleto, vendedor de comércio varejista e atacadista, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15000· centro-direita
    eleito124 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Alessandro declarou ao TSE R$ 7,6 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Santana do Deserto (MG) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 7.639
0% veio de fundos públicos; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.639.
  1. Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 7.56299%
  2. Outros candidatosR$ 781%

Para onde foi

R$ 7.639
O maior gasto foi com material impresso: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.639. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 3.23842,4%
  2. TransporteTudo de Posto Kiss Ltda - EppR$ 6488,5%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 3244,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Santana do Deserto (MG), 2016

Alessandro: R$ 61,6 por voto (mediana da disputa, R$ 59,8). Quem venceu, Fábio Joaquim, gastou R$ 22,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.125; o mais barato, R$ 22,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alessandro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Maria Olimpia Do Carmo MDBR$ 3,4 mil · 3 votosR$ 1.125
  • Rose PSLR$ 3,3 mil · 4 votosR$ 829
  • Fernando Do Darci PSLR$ 3,3 mil · 5 votosR$ 663
  • Flavia Da Silva De Oliveira MDBR$ 3,4 mil · 7 votosR$ 482
  • Marcelo Vicente PSLR$ 3,3 mil · 15 votosR$ 221
  • Alessandro MDBR$ 7,6 mil · 124 votosR$ 61,6
  • Roberta Cacau CIDADANIAR$ 10 mil · 172 votosR$ 59,8
  • Ivanir Da Silva MDBR$ 3,4 mil · 67 votosR$ 50,4
  • Leo Da Bomba MDBR$ 4,1 mil · 88 votosR$ 46,9
  • Joãozinho Batata PSDBR$ 7,2 mil · 192 votosR$ 37,5
  • Marquinho Tirinha PSLR$ 4,6 mil · 128 votosR$ 36
  • Fábio Joaquim DEMR$ 4,2 mil · 192 votosR$ 22,1

Votos por real

  • 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.