Helio Costa
Hélio Calixto da Costa · nasceu em 1939
Helio Costa se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: senador, em 2002.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governador, 2010, não eleito.
Declarou ao TSE em 2010: 71 anos, superior completo, senador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Helio Costa declarou R$ 3,3 mi em bens, em reais de hoje: 6,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 6,4 vezes a mediana dos candidatos a governador em Minas Gerais em 2010.
- Helio CostaR$ 3,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 522,6 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 14 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Fraçao do apto no belvedereR$ 2,5 miApartamento
- Toyota corollaR$ 196,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CorolaR$ 173,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco brasilR$ 154,5 milConta corrente no país
- Junto a empresa valleyton do brasilR$ 103,5 milOutros créditos e poupança vinculada
- Em barbacenaR$ 88 milCasa
- Em especieR$ 59,3 milDinheiro em espécie
- HondaR$ 18,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Minas tenis clubeR$ 10,6 milTítulo de clube e assemelhado
- Firma valleyton do brasil LTDA noventa e cinci porcentoR$ 10 milQuotas ou quinhões de capital
- CEF contaR$ 5.393Conta corrente no país
- Telefone celular e direito de usoR$ 5.111Outros bens móveis
- CEFR$ 2.596Conta corrente no país
- CEF contasR$ 574Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Helio Costa declarou ao TSE R$ 70 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para governador: R$ 60,2 milhões.
Campanha a campanha
2010 · Governador · Minas Gerais · MDB · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 790,5 mil1,3%
- Outros candidatosR$ 213,5 mil0,4%
- Próprio bolsoR$ 73,3 mil0,1%
Para onde foi
- Pessoal7.700 pessoas, não nomeadasR$ 20,4 mi29,4%
- InternetR$ 75 mil0,1%
Quanto custou cada voto: governador, Minas Gerais, 2010
Helio Costa: R$ 20,3 por voto (mediana da disputa, R$ 0,90). Quem venceu, Antonio Anastasia, gastou R$ 14,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 148; o mais barato, R$ 0,24.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Helio Costa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edilson Nascimento AVANTER$ 686 mil · 4.639 votosR$ 148
- Helio Costa MDBR$ 69,4 milhões · 3.419.622 votosR$ 20,3
- Zé Fernando Aparecido PVR$ 3,8 milhões · 234.125 votosR$ 16,1
- Antonio Anastasia PSDBR$ 92,9 milhões · 6.275.520 votosR$ 14,8
- Vanessa Portugal PSTUR$ 27 mil · 29.836 votosR$ 0,90
- Fabinho PCBR$ 3,9 mil · 6.763 votosR$ 0,57
- Adilson Rosa PCOR$ 1,1 mil · 2.788 votosR$ 0,38
- Prof Luiz Carlos PSOLR$ 7,7 mil · 32.734 votosR$ 0,24
Votos por real
- 2010, governador: 49 votos por R$ 1.000, 8% da mediana da disputa.
- 2002, senador: 365 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.