Apuração
Vereadora · 2016 · PSDB

Helena de Liveira

Helena Aparecida Ribeiro dos Santos · nasceu em 1966

Helena de Liveira disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Angelândia (MG)), pelo PSDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPSDB2016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereadora · Angelândia (MG)
    PSDB 45604· centro-direita
    suplente119 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Helena de Liveira declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 55 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1,6 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 985.776 na declaração)

Declarou 55 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Helena de LiveiraR$ 1,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Fazenda betania corrego dos bentosR$ 812,3 mil
    Terreno rural
  2. Fazenda corrego das pedrasR$ 487,4 mil
    Terreno rural
  3. VolkswagenR$ 142,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Mercedes-bens L1516R$ 83,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Gm-chevrolet D-10R$ 32 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Fiat strada trekking 1.6 mpiR$ 19,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Gol 1000 4PR$ 17,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Honda NXR150 bros ESR$ 7.774
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Helena de Liveira declarou ao TSE R$ 6 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereadora · Angelândia (MG) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 5.960
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.960.
  1. Outros candidatosR$ 3.04651,1%
  2. PessoasR$ 2.91548,9%

Para onde foi

R$ 5.923
O maior gasto foi com serviços: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.923.
  1. ServiçosR$ 2.39640,5%
  2. TransporteR$ 2.38340,2%
  3. Material impressoR$ 1.13519,2%
  4. EscritórioR$ 80,1%

Quanto custou cada voto: vereadora, Angelândia (MG), 2016

Helena De Liveira: R$ 49,8 por voto (mediana da disputa, R$ 39,3). Quem venceu, Léo De Mauro, gastou R$ 26,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 67,3; o mais barato, R$ 26,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Helena De Liveira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereadora: 20 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.