Apuração
Prefeito · 2024 · PSD

Gustavo

Luiz Gustavo Borges Neto · nasceu em 1972

Gustavo disputou uma eleição, em 2024, para prefeito (Gurinhatã (MG)), pelo PSD: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,39← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSD2024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Prefeito · Gurinhatã (MG)
    PSD 55· centro-direita
    não eleito1.332 votos, 30,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Gustavo declarou R$ 2,3 mi em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 2,3 mi
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.100.000 na declaração)

Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2024.

  • GustavoR$ 2,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 459,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 541,8 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Imovel rural 50-53 hectaresR$ 1,1 mi
    Terra nua
  2. Casa residencialR$ 441,9 mil
    Casa
  3. Casa residencialR$ 220,9 mil
    Casa
  4. Casa residencialR$ 165,7 mil
    Casa
  5. Casa residencialR$ 110,5 mil
    Casa
  6. Depósito bancárioR$ 110,5 mil
    Conta corrente no país
  7. Fast back 2023R$ 110,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Caminhonete ranger 2001R$ 33,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Disponibilidade financeiroR$ 22,1 mil
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Gustavo declarou ao TSE R$ 178 mil em receitas, em reais de hoje, 31% de dinheiro público.

2024 · Prefeito · Gurinhatã (MG) · PSD · não eleito

De onde veio

R$ 178,3 mil
31% veio de fundos públicos; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 178,3 mil.
  1. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 106,6 mil59,8%
  2. Fundo eleitoralTudo de Partido Social DemocraticoR$ 54,7 mil30,7%
  3. Próprio bolsoR$ 17,1 mil9,6%

Para onde foi

R$ 174,4 mil
O maior gasto foi com pessoal: 26% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 174,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal29 pessoas, não nomeadasR$ 44,8 mil25,7%
  2. EventosTudo de Silvio Alexandre AraujoR$ 11,7 mil6,7%
  3. TransporteR$ 6320,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, Gurinhatã (MG), 2024

Gustavo: R$ 131 por voto (mediana da disputa, R$ 64,1). Quem venceu, Douglas Valente, gastou R$ 64,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 50,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gustavo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, prefeito: 8 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.