Apuração
Vereador · 2008 · PV

Gurrilho

Francisco das Chagas Florentino de Queiroz · nasceu em 1966

Gurrilho disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Pedro Velho (RN)), pelo PV: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,17← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPV2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, até o fundamental, motorista particular. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Pedro Velho (RN)
    PV 43333· centro-esquerda
    suplente178 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Gurrilho declarou R$ 636,3 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte.

R$ 636,3 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 236.000 na declaração)

Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2008.

  • GurrilhoR$ 636,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 78,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 636,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Uma casa residencial sito na rua pres. samento natal/rnR$ 215,7 mil
    Imóveis
  2. Uma casa residencial sito a rua rio assuR$ 134,8 mil
    Imóveis
  3. Uma caminhoneta mercedez benz ano 92R$ 107,9 mil
    Outros
  4. Um terreno sito à reta-tabajara em macaiba/rnR$ 53,9 mil
    Imóveis
  5. Um automovel forde k ano 2002R$ 43,1 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. Um automovel corsa ano 1994R$ 40,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  7. Um veiculo astra/gm ano 1998R$ 40,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Gurrilho declarou ao TSE R$ 50 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Pedro Velho (RN) · PV · suplente

De onde veio

R$ 50,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 50,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 28,7 mil57,2%
  2. PessoasR$ 21,4 mil42,7%
  3. EmpresasR$ 540,1%

Para onde foi

R$ 50,2 mil
O maior gasto foi com outros: 79% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 50,2 mil.
  1. OutrosR$ 39,7 mil79,1%
  2. TransporteR$ 8.89417,7%
  3. Material impressoR$ 9101,8%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 5351,1%
  5. ServiçosR$ 1340,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Pedro Velho (RN), 2008

Gurrilho: R$ 282 por voto (mediana da disputa, R$ 93,8). Quem venceu, Neca, gastou R$ 21,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 282; o mais barato, R$ 21,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gurrilho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 3,6 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.