Guilherme Montanari
Guilherme da Silva Montanari · nasceu em 1982
Guilherme Montanari se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2014), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, ensino médio, fiscal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · São PauloPT 13030· centro-esquerdasuplente1.218 votos; 802º mais votado de 1.878 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Guilherme Montanari teve 1.218 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 802º lugar entre 1.878 candidatos.
Recebeu votos em 88 cidades. Serrana deu 51,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Guilherme Montanari declarou R$ 138,1 mil em bens, em reais de hoje: 5,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2014 e 2016, o total caiu R$ 32,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Guilherme MontanariR$ 138,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Guilherme Montanari declarou ao TSE R$ 120 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 108 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Serrana (SP) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.01161%
- PessoasR$ 4.23936,9%
- Outros candidatosR$ 2482,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.16227,5%
- TransporteR$ 2.99626,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.42921,1%
- ServiçosR$ 1.29511,3%
- EscritórioR$ 1.1309,8%
- InternetR$ 4864,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Serrana (SP), 2016
Guilherme Montanari: R$ 87,8 por voto (mediana da disputa, R$ 17). Quem venceu, Marisa Vereadora, gastou R$ 11,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 92,5; o mais barato, R$ 10,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Guilherme Montanari. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Douglas MDBR$ 25 mil · 275 votosR$ 92,5
- Guilherme Montanari PDTR$ 11 mil · 131 votosR$ 87,8
- Fred Vilela SOLIDARIEDADER$ 13 mil · 285 votosR$ 44,5
- Edna Do Railson CIDADANIAR$ 7,5 mil · 341 votosR$ 21,9
- Denis Bomba PDTR$ 18 mil · 872 votosR$ 20,5
- Tonin De Miro PLR$ 7 mil · 371 votosR$ 18,8
- Taide Bidinelo PSDBR$ 7,6 mil · 445 votosR$ 17
- Thiago Da Academia PSBR$ 9,5 mil · 629 votosR$ 15,1
- Lucia Poiares PPR$ 11 mil · 800 votosR$ 13,8
- Bis Do Hospital PDTR$ 6,4 mil · 502 votosR$ 12,7
- Marisa Vereadora CIDADANIAR$ 8 mil · 670 votosR$ 11,9
- Waldenor Cabeleireiro PVR$ 6,2 mil · 578 votosR$ 10,7
Votos por real
- 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 10 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.