Guilherme da Faculdade
Guilherme Valle de Souza · nasceu em 1967
Guilherme da Faculdade se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PSC.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 44 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · Minas GeraisPSC 20222· direitasuplente6.810 votos; 249º mais votado de 942 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Guilherme da Faculdade teve 6.810 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 249º lugar entre 942 candidatos.
Recebeu votos em 123 cidades. Cataguases deu 67,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Guilherme da Faculdade declarou R$ 203,8 mil em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 251,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Guilherme da FaculdadeR$ 203,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Guilherme da Faculdade declarou ao TSE R$ 269 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 179 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Cataguases (MG) · PSC · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 27,5 mil99,2%
- Outros candidatosR$ 2120,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 19,4 mil70%
- ServiçosR$ 4.98218%
- TransporteR$ 2.85110,3%
- EscritórioR$ 2560,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2170,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Cataguases (MG), 2012
Guilherme Da Faculdade: R$ 58,5 por voto (mediana da disputa, R$ 35,1). Quem venceu, Michelangelo, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 154; o mais barato, R$ 10,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Guilherme Da Faculdade. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Canecão PSDR$ 85 mil · 551 votosR$ 154
- Ricardo Dias MDBR$ 78 mil · 529 votosR$ 148
- Jose Henriques MDBR$ 38 mil · 614 votosR$ 62,6
- Vicente Do Bemge PTBR$ 26 mil · 422 votosR$ 60,7
- Guilherme Da Faculdade PSCR$ 28 mil · 474 votosR$ 58,5
- Mariza Do Teco PHSR$ 14 mil · 300 votosR$ 46,7
- Fernando Amaral PC do BR$ 25 mil · 712 votosR$ 35,1
- Antônio Beleza PSDR$ 24 mil · 735 votosR$ 32,4
- Titoneli PVR$ 20 mil · 771 votosR$ 25,4
- Vinicus DEMR$ 20 mil · 955 votosR$ 20,8
- Maurício Rufino PTR$ 20 mil · 1.275 votosR$ 15,6
- Michelangelo PSDBR$ 16 mil · 1.473 votosR$ 10,8
Votos por real
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 38 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.