Guilherme Carrasco
Guilherme Lacerda Carrasco · nasceu em 1985
Guilherme Carrasco disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Três Fronteiras (SP)), pelo PP: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 23 anos, superior incompleto, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Guilherme Carrasco declarou R$ 35,1 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Guilherme CarrascoR$ 35,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Guilherme Carrasco declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Três Fronteiras (SP) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.72690,4%
- OutrosR$ 2899,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Três Fronteiras (SP), 2008
Guilherme Carrasco: R$ 30,1 por voto (mediana da disputa, R$ 15,2). Quem venceu, Mikio, gastou R$ 7,51 por voto. O voto mais caro custou R$ 105; o mais barato, R$ 7,51.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Guilherme Carrasco. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosana Kolly PLR$ 942 · 9 votosR$ 105
- Motira PSCR$ 787 · 9 votosR$ 87,5
- Barbi PSCR$ 787 · 22 votosR$ 35,8
- Mindão PLR$ 932 · 28 votosR$ 33,3
- Guilherme Carrasco PPR$ 3 mil · 100 votosR$ 30,1
- Magrão PSBR$ 2,7 mil · 132 votosR$ 20,2
- Catia Vilela PTR$ 1 mil · 69 votosR$ 15,2
- Zé Carlos De Haro DEMR$ 1,7 mil · 136 votosR$ 12,8
- Beré PTR$ 509 · 43 votosR$ 11,8
- Gabi PSCR$ 787 · 69 votosR$ 11,4
- Bruno Nilsen PTR$ 1,4 mil · 145 votosR$ 9,42
- Mikio DEMR$ 1,6 mil · 211 votosR$ 7,51
Votos por real
- 2008, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.