Apuração
Deputado estadual · 2018 · DEM

Guilherme Fayad

Guilherme Rios Fayad · nasceu em 1950

Guilherme Fayad se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,66← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2018DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PL (2004), DEM (2018).

Dep. estadualPrefeitoPartidoPLDEM20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 68 anos, superior completo, biomédico, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Goiás
    DEM 25222· direita
    suplente2.213 votos; 228º mais votado de 797 no estado
  2. 2004
    Prefeito · Jaraguá (GO)
    PL 22· direita· na urna, Guilherme
    não eleito546 votos, 2,7%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Guilherme Fayad teve 2.213 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 228º lugar entre 797 candidatos.

Recebeu votos em 117 cidades. Jaraguá deu 20,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 74,6%.

2.213 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.213 votos.
  1. Jaraguá (GO)445 votos20,1%
  2. Goiânia (GO)230 votos10,4%
  3. Itaguaru (GO)168 votos7,6%
  4. Nazário (GO)163 votos7,4%
  5. Pontalina (GO)103 votos4,7%
  6. Outras 102 cidades561 votos25,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Guilherme Fayad declarou R$ 2,5 mi em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 2,5 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.626.269 na declaração)

Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2018.

  • Guilherme FayadR$ 2,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 106,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 23 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 350 mil
    Terra nua
  2. #Nulo#R$ 347 mil
    Casa
  3. #Nulo#R$ 274 mil
    Apartamento
  4. #Nulo#R$ 213,1 mil
    Terreno
  5. #Nulo#R$ 183,4 mil
    Terra nua
  6. #Nulo#R$ 130,1 mil
    Terra nua
  7. #Nulo#R$ 129,7 mil
    Terreno
  8. #Nulo#R$ 126,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. #Nulo#R$ 121,8 mil
    Casa
  10. #Nulo#R$ 106,5 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  11. #Nulo#R$ 76,1 mil
    Terreno
  12. #Nulo#R$ 68,5 mil
    Casa
  13. #Nulo#R$ 60,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  14. #Nulo#R$ 54,8 mil
    Terra nua
  15. #Nulo#R$ 53,3 mil
    Casa
  16. #Nulo#R$ 36,4 mil
    Terra nua
  17. #Nulo#R$ 31,2 mil
    Terra nua
  18. #Nulo#R$ 29,8 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  19. #Nulo#R$ 24,5 mil
    Apartamento
  20. #Nulo#R$ 21,1 mil
    Casa
  21. #Nulo#R$ 18,3 mil
    Terra nua
  22. #Nulo#R$ 15,2 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  23. #Nulo#R$ 3.152
    Casa

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Guilherme Fayad declarou ao TSE R$ 675 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 670 mil, 0,5% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Goiás · DEM · suplente

De onde veio

R$ 670,1 mil
0,5% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 670,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 666,6 mil99,5%
  2. Fundo eleitoralR$ 3.1970,5%
  3. Outros candidatosR$ 3390,1%

Para onde foi

R$ 666,6 mil
O maior gasto foi com pessoal: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 666,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal498 pessoas, não nomeadasR$ 451,1 mil67,7%
  2. EscritórioR$ 9.1891,4%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1.2620,2%
  4. EventosR$ 7210,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2018

Guilherme Fayad: R$ 301 por voto (mediana da disputa, R$ 37,7). Quem venceu, Bruno Peixoto, gastou R$ 19,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 301; o mais barato, R$ 19,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Guilherme Fayad. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 3,3 votos por R$ 1.000, 7% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 110 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.