Guilherme
Guilherme de Sousa Gomes · nasceu em 1972
Guilherme disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Verdelândia (MG)), pelo PDT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 32 anos, superior incompleto, produtor agropecuario. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Guilherme declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Verdelândia (MG) · PDT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteTudo de Posto 7 Combustiveis LtdaR$ 8.19139,9%
- OutrosTudo de Auto Mecanica MielsonR$ 3.45316,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Verdelândia (MG), 2004
Guilherme: R$ 14,6 por voto (mediana da disputa, R$ 16,9). Quem venceu, Wilton Madureira, gastou R$ 16,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 244; o mais barato, R$ 14,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Guilherme. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mauro Olivio Braga PSCR$ 17 mil · 69 votosR$ 244
- Wilton Madureira PTR$ 41 mil · 2.450 votosR$ 16,9
- Guilherme PDTR$ 21 mil · 1.400 votosR$ 14,6
Votos por real
- 2004, prefeito: 68 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.