Apuração
Vereador · 2012 · PSD

Grosso

Elisandro Guimarães de Oliveira · nasceu em 1977

Grosso se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PSD (2012).

VereadorPartidoMDBPSD20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 35 anos, ensino médio, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Sombrio (SC)
    PSD 55555· direita
    suplente565 votos
  2. 2008
    Vereador · Sombrio (SC)
    MDB 15555· centro
    eleito724 votos
  3. 2004
    Vereador · Sombrio (SC)
    MDB 15555· centro
    suplente434 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Grosso declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Sombrio (SC) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 12 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12 mil.
  1. PessoasR$ 8.50471%
  2. Próprio bolsoR$ 3.03325,3%
  3. EmpresasR$ 4333,6%

Para onde foi

R$ 12 mil
O maior gasto foi com transporte: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12 mil.
  1. TransporteR$ 8.56371,5%
  2. Material impressoR$ 2.41520,2%
  3. ServiçosR$ 9928,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Sombrio (SC), 2012

Grosso: R$ 21,2 por voto (mediana da disputa, R$ 21,2). Quem venceu, Professor Marcello, gastou R$ 13 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.880; o mais barato, R$ 13.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Grosso. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Leidi PLR$ 15 mil · 3 votosR$ 4.880
  • Priscila PPR$ 14 mil · 158 votosR$ 90,3
  • Gisele PSDR$ 17 mil · 201 votosR$ 84,5
  • Tita Cunha PSDR$ 18 mil · 273 votosR$ 66,5
  • Dega Professora PPR$ 14 mil · 245 votosR$ 56
  • Queu PPR$ 19 mil · 754 votosR$ 25,4
  • Grosso PSDR$ 12 mil · 565 votosR$ 21,2
  • Cesar Luchina PSDR$ 14 mil · 749 votosR$ 18,9
  • Miguel PPR$ 12 mil · 694 votosR$ 17,8
  • Zezinho PPR$ 12 mil · 690 votosR$ 17,3
  • Vilmar Daminelli PPR$ 11 mil · 689 votosR$ 15,2
  • Professor Marcello PTR$ 12 mil · 927 votosR$ 13

Votos por real

  • 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 333 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.