Grandó
Eugenio Leonardo Vieira Grandó · nasceu em 1974
Grandó disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Carazinho (RS)), pelo PTB: eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 34 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Grandó declarou R$ 184,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- GrandóR$ 184,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Grandó declarou ao TSE R$ 32 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Carazinho (RS) · PTB · eleito
De onde veio
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 14,8 mil46,9%
- Próprio bolsoR$ 11,7 mil37,2%
- PartidoR$ 4551,4%
- Outros candidatosR$ 2680,8%
Para onde foi
- EscritórioR$ 2760,9%
- ServiçosR$ 1340,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Carazinho (RS), 2008
Grandó: R$ 24,6 por voto (mediana da disputa, R$ 26,9). Quem venceu, Leandro Da Gihal, gastou R$ 9,60 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,4; o mais barato, R$ 9,60.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Grandó. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nei Sebastiani PSDBR$ 17 mil · 304 votosR$ 55,4
- Felipe Sálvia PDTR$ 33 mil · 611 votosR$ 53,2
- Deio MDBR$ 27 mil · 715 votosR$ 37,3
- Paulino Alemão Papai Noel PTBR$ 33 mil · 921 votosR$ 35,4
- João Batista Andrade Gordo PTBR$ 25 mil · 750 votosR$ 33,1
- Rudi PPR$ 21 mil · 732 votosR$ 29,1
- Dr. Orlando Ferrari MDBR$ 22 mil · 805 votosR$ 26,9
- Jarré PSDBR$ 27 mil · 1.031 votosR$ 26,4
- Grandó PTBR$ 32 mil · 1.284 votosR$ 24,6
- João Mafalda PSDBR$ 12 mil · 649 votosR$ 18,5
- Sandra Citolin MDBR$ 15 mil · 1.363 votosR$ 10,7
- Leandro Da Gihal PTR$ 14 mil · 1.487 votosR$ 9,60
Votos por real
- 2008, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.