Gordo
Luiz Agnelo Chaves Martins · nasceu em 1953
Gordo disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Tavares (RS)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 51 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Gordo declarou ao TSE R$ 59 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Tavares (RS) · PSDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Eventos2 pessoas, não nomeadasR$ 18,9 mil32,1%
- Serviços5 pessoas, não nomeadasR$ 17,2 mil29,2%
- Material impressoR$ 2.9034,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Tavares (RS), 2004
Gordo: R$ 125 por voto (mediana da disputa, R$ 21,7). Quem venceu, Gilson Paiva, gastou R$ 7,28 por voto. O voto mais caro custou R$ 125; o mais barato, R$ 7,28.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gordo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gordo PSDBR$ 59 mil · 470 votosR$ 125
- Dr. Paulete PTR$ 2,9 mil · 51 votosR$ 56,9
- Ari Alfredo Costa PTBR$ 30 mil · 1.387 votosR$ 21,7
- Gilson Paiva MDBR$ 15 mil · 2.002 votosR$ 7,28
Votos por real
- 2004, prefeito: 8 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.