Giselda Castro
Giselda Aparecida Pontes de Castro · nasceu em 1967
Giselda Castro se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Giselda Castro declarou R$ 527,7 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 213,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Giselda CastroR$ 527,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma gleba terras em delfinopolis com 18R$ 484,8 milTerra nua
- Automóvel fiat palio fire flexR$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno urbano av. PE. ivo soares matosR$ 11,7 milTerreno
- Deposito bancario no sicoob saromcrediR$ 6.400Conta corrente no país
- Capital social no sicoob saromcrediR$ 375Quotas ou quinhões de capital
- Poupança na caixa econômica federalR$ 11Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Giselda Castro declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Delfinópolis (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.83463,6%
- Próprio bolsoR$ 1.61936,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.47455,6%
- Material impressoR$ 1.05223,6%
- ServiçosR$ 81018,2%
- OutrosR$ 1172,6%
Quanto custou cada voto: vereadora, Delfinópolis (MG), 2016
Giselda Castro: R$ 27,3 por voto (mediana da disputa, R$ 27,9). Quem venceu, Fransergio Pimenta, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,1; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Giselda Castro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neulma Lima SOLIDARIEDADER$ 5,3 mil · 105 votosR$ 50,1
- Helcias SOLIDARIEDADER$ 9,5 mil · 218 votosR$ 43,5
- Deusmar Do Ônibus MDBR$ 4,6 mil · 110 votosR$ 41,6
- Marcilio Do Posto SOLIDARIEDADER$ 5,3 mil · 132 votosR$ 40,4
- Bia Do Depósito MDBR$ 11 mil · 330 votosR$ 33,1
- Mauro Do Táxi PSDR$ 7,9 mil · 281 votosR$ 28,2
- Adriano MDBR$ 4,5 mil · 161 votosR$ 27,9
- Giselda Castro MDBR$ 4,5 mil · 163 votosR$ 27,3
- Rodrigo Professor SOLIDARIEDADER$ 5,5 mil · 227 votosR$ 24,2
- Dóris PSDBR$ 4,9 mil · 207 votosR$ 23,5
- Danilo SOLIDARIEDADER$ 6,3 mil · 343 votosR$ 18,4
- Fransergio Pimenta MDBR$ 6,1 mil · 352 votosR$ 17,3
Votos por real
- 2016, vereadora: 37 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 57 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 38 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.