Apuração
Deputada estadual · 2010 · PL

Gisela

Gisela Romariz Sequeira · nasceu em 1960

Gisela se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSDB2004PSDB2006PSDB2010PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2002–2006), PL (2010).

Dep. federalDep. estadualPrefeitaPartidoPSDBPL20022004200620082010
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 50 anos, superior completo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputada estadual · Pará
    PL 22022· direita
    suplente4.196 votos; 156º mais votada de 460 no estado
  2. 2006
    Deputada federal · Pará
    PSDB 4500· centro-direita· na urna, Gisela Cunha
    suplente17.812 votos; 34º mais votada de 137 no estado
  3. 2004
    Prefeita · Ananindeua (PA)
    PSDB 45· centro-direita· na urna, Gisela Cunha
    não eleita39.397 votos, 24,7%
  4. 2002
    Deputada estadual · Pará
    PSDB 45600· centro-direita
    suplente8.258 votos; 100º mais votada de 434 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Gisela teve 4.196 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 156º lugar entre 460 candidatos.

Recebeu votos em 70 cidades. Belém deu 49,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,5%.

4.196 votos
votos para deputada estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 4.196 votos.
  1. Belém (PA)2.093 votos49,9%
  2. Ananindeua (PA)1.294 votos30,8%
  3. Marituba (PA)60 votos1,4%
  4. Tracuateua (PA)58 votos1,4%
  5. Terra Alta (PA)52 votos1,2%
  6. Outras 55 cidades313 votos7,5%
As outras 2 eleições para deputado
17.812 votos
votos para deputada federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 17.812 votos.
  1. Ananindeua (PA)7.196 votos40,4%
  2. Belém (PA)5.054 votos28,4%
  3. Ourém (PA)1.129 votos6,3%
  4. Soure (PA)594 votos3,3%
  5. Itaituba (PA)314 votos1,8%
  6. Outras 98 cidades1.809 votos10,2%
8.258 votos
votos para deputada estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 8.258 votos.
  1. Belém (PA)3.845 votos46,6%
  2. Ananindeua (PA)2.082 votos25,2%
  3. Maracanã (PA)458 votos5,5%
  4. Concórdia do Pará (PA)301 votos3,6%
  5. Itaituba (PA)271 votos3,3%
  6. Outras 71 cidades493 votos6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Gisela declarou R$ 248,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 99,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 248,4 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 100.448 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Pará em 2010.

  • GiselaR$ 248,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 108,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 248,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Gisela declarou ao TSE R$ 418 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada estadual: R$ 210 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputada estadual · Pará · PL · suplente

De onde veio

R$ 114,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 114,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 26,8 mil23,3%
  2. Próprio bolsoR$ 18,4 mil16,1%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 9.6758,4%

Para onde foi

R$ 114,7 mil
O maior gasto foi com transporte: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 114,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 5.5344,8%
  2. InternetR$ 1.2221,1%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Pará, 2010

Mediana da disputa: R$ 29,3 por voto. Quem venceu, Bordalo, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 13,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputada estadual: 37 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
  • 2006, deputada federal: 191 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2002, deputada estadual: 39 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.