Gino
Higino Marcelo dos Santos · nasceu em 1957
Gino se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 2 partidos: PTB (2004), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Gino declarou ao TSE R$ 32 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Redenção da Serra (SP) · PTB · não eleito
De onde veio
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 21,4 mil67,6%
- Próprio bolsoR$ 10,3 mil32,4%
Para onde foi
- ServiçosR$ 6.51620,6%
- OutrosR$ 5.86418,5%
- EscritórioR$ 1270,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Redenção da Serra (SP), 2004
Gino: R$ 27,1 por voto (mediana da disputa, R$ 6,85). Quem venceu, Thomaz, gastou R$ 6,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 27,1; o mais barato, R$ 2,22.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2004, prefeito: 37 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.