Gilvani Santos
Gilvani Alves dos Santos · nasceu em 1966
Gilvani Santos se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSTU.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2020, não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, superior completo, industrial, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018
- 20061º suplente de senador · BahiaPSTU 161· esquerda· na urna, GilvaniNa chapa de Ednaldo Sacramentochapa não eleita3.080 votos da chapa
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Gilvani Santos declarou R$ 725,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Sergipe. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 562,9 mil acima da inflação.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Sergipe em 2020.
- Gilvani SantosR$ 725,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 270,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 193,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Apartamento localizado no bairro luzia em aracajuR$ 287,3 milApartamento
- Lote na barra dos coqueirosR$ 143,6 milTerreno
- Lote na barra dos coqueirosR$ 143,6 milTerreno
- Lote no na comunidade terra caida-sergipeR$ 86,2 milTerreno
- Veiculo toyota etiosR$ 64,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Gilvani Santos declarou ao TSE R$ 81 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para governadora: R$ 64 mil, 70% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeita · Aracaju (SE) · PSTU · não eleita
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Socialista Dos Trabalhadores Unificado PstuR$ 11,3 mil64,9%
- VaquinhaTudo de Genial Ideias E Solucoes LtdaR$ 2.33513,4%
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 1.99511,5%
- Próprio bolsoR$ 1.5579%
- OutrosR$ 2121,2%
Para onde foi
- EscritórioR$ 2000,6%
Quanto custou cada voto: prefeita, Aracaju (SE), 2020
Gilvani Santos: R$ 61,5 por voto (mediana da disputa, R$ 61,5). Quem venceu, Edvaldo, gastou R$ 48,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 156; o mais barato, R$ 6,84.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gilvani Santos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Georlize DEMR$ 1,6 milhão · 10.458 votosR$ 156
- Rodrigo Valadares PTBR$ 4,4 milhões · 28.598 votosR$ 154
- Márcio Macedo PTR$ 2 milhões · 25.070 votosR$ 80,9
- Almeida Lima PRTBR$ 40 mil · 572 votosR$ 69,3
- Delegada Danielle CIDADANIAR$ 3,7 milhões · 55.973 votosR$ 66,9
- Gilvani Santos PSTUR$ 35 mil · 568 votosR$ 61,5
- Edvaldo PDTR$ 5,8 milhões · 119.681 votosR$ 48,7
- Juraci Nunes DEMOCRATAR$ 4,8 mil · 288 votosR$ 16,7
- Alexis Pedrão PSOLR$ 125 mil · 8.352 votosR$ 15
- Delegado Paulo Marcio DCR$ 8,9 mil · 634 votosR$ 14
- Lúcio Flávio AVANTER$ 85 mil · 12.448 votosR$ 6,84
Votos por real
- 2020, prefeita: 16 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2018, governadora: 108 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.