Apuração
Vice-prefeito · 2008 · PTB

Gilson Sampaio

nasceu em 1983

Gilson Sampaio se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: MDB (2004), PTB (2008).

Vice-prefeitoVereadorPartidoMDBPTB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 25 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vice-prefeito · Diogo de Vasconcelos (MG)
    PTB 25· centro-direita
    Na chapa de Badi
    chapa não eleita1.082 votos da chapa, 40,4%
  2. 2004
    MDB 15456· centro· na urna, Gilson
    eleito117 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Gilson Sampaio declarou R$ 21,6 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 21,6 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 8.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 21,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Gilson Sampaio declarou ao TSE R$ 652 em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Diogo de Vasconcelos (MG) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 652
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 652
O maior gasto foi com material impresso: 80% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 652.
  1. Material impressoR$ 52180%
  2. ServiçosR$ 13020%

Quanto custou cada voto: vereador, Diogo de Vasconcelos (MG), 2004

Mediana da disputa: R$ 17,2 por voto. Quem venceu, Walter, gastou R$ 3,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 38,2; o mais barato, R$ 3,07.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Domingos De Zé Balbino PPR$ 880 · 23 votosR$ 38,2
  • Coronel PLR$ 880 · 31 votosR$ 28,4
  • Magelão DEMR$ 880 · 34 votosR$ 25,9
  • Zé De Julho PPR$ 880 · 38 votosR$ 23,1
  • Ieié PLR$ 880 · 43 votosR$ 20,5
  • Celso DEMR$ 880 · 43 votosR$ 20,5
  • Zé De Agostinho PPR$ 880 · 51 votosR$ 17,2
  • Giovani Rafael PPR$ 880 · 66 votosR$ 13,3
  • Zé Rosa DEMR$ 880 · 73 votosR$ 12,1
  • Ivair PPR$ 880 · 127 votosR$ 6,93
  • Camarão PPR$ 880 · 195 votosR$ 4,51
  • Walter PPR$ 880 · 287 votosR$ 3,07

Votos por real

  • 2004, vereador: 117 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.