Apuração
Prefeito · 2008 · DEM

Badi

Jose Antunes Duarte · nasceu em 1935

Badi se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Sempre pelo DEM.

PrefeitoPartidoDEM200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 73 anos, superior completo, prefeito. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    DEM 25· direita
    não eleito1.082 votos, 40,4%
  2. 2004
    DEM 25· direita
    eleito1.603 votos, 62,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Badi declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1,8 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 670.000 na declaração)

Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2008.

  • BadiR$ 1,8 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 485,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Casa em belo horizonteR$ 1,1 mi
    Imóveis
  2. 04 Casas em belo horizonteR$ 539,3 mil
    Imóveis
  3. 04 Lotes na cidade de betimR$ 107,9 mil
    Imóveis
  4. 03 Lotes em diogo de vasconcelosR$ 53,9 mil
    Imóveis
  5. Moinho dàgua em diogo vasconcelosR$ 13,5 mil
    Outros
  6. Parte em herança de adriano duarteR$ 13,5 mil
    Outros

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Badi declarou ao TSE R$ 81 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Prefeito · Diogo de Vasconcelos (MG) · DEM · eleito

De onde veio

R$ 81,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 81,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 81,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 11,7 mil14,5%
  2. TransporteTudo de Posto Diogo LtdaR$ 9.90812,2%

Quanto custou cada voto: prefeito, Diogo de Vasconcelos (MG), 2004

Badi: R$ 50,6 por voto (mediana da disputa, R$ 18,8).

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Badi DEMR$ 81 mil · 1.603 votosR$ 50,6
  • Gilvan MDBR$ 18 mil · 947 votosR$ 18,8

Votos por real

  • 2004, prefeito: 20 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.