Apuração
Prefeito · 2016 · PSDB

Gilson Mendes

Gilson Mendes de Souza · nasceu em 1956

Gilson Mendes disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Caraguatatuba (SP)), pelo PSDB: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Caraguatatuba (SP)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito25.101 votos, 42,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Gilson Mendes declarou R$ 2,5 mi em bens, em reais de hoje: 6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 2,5 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.543.101 na declaração)

Declarou 6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.

  • Gilson MendesR$ 2,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. 9900 Quotas empresa lidima engenharia LTDA MER$ 1,7 mi
    Quotas ou quinhões de capital
  2. Bco santander S/AR$ 393,1 mil
    Fundo de Curto Prazo
  3. Dinheiro em especieR$ 303,8 mil
    Dinheiro em espécie
  4. Bco santander S/AR$ 58,3 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  5. Contrato mutuo p/ empresa lidima engenharia LTDAR$ 19,5 mil
    Outros bens móveis
  6. 1/3 Predio res/com r: major ayres 213/217 em…R$ 12,2 mil
    Prédio residencial
  7. Bco itau unibanco ag 0248R$ 7.116
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Gilson Mendes declarou ao TSE R$ 512 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Prefeito · Caraguatatuba (SP) · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 512 mil
0% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 512 mil.
  1. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 510,5 mil99,7%
  2. PartidoR$ 1.1790,2%
  3. Outros candidatosR$ 3240,1%

Para onde foi

R$ 511,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 34% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 511,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal53 pessoas, não nomeadasR$ 166,5 mil32,5%
  2. ServiçosR$ 4.8580,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Caraguatatuba (SP), 2016

Gilson Mendes: R$ 20,4 por voto (mediana da disputa, R$ 20,4). Quem venceu, Aguilar Junior, gastou R$ 12,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 102; o mais barato, R$ 8,22.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gilson Mendes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 49 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.