Gilson da Colônia
Gilson Carlos Silva Rego · nasceu em 1979
Gilson da Colônia se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, ensino médio, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Pindaré-Mirim (MA)PDT 12333· centro-esquerda· na urna, Gilson da Coloniasuplente509 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Gilson da Colônia declarou R$ 24,4 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Gilson da ColôniaR$ 24,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Gilson da Colônia declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pindaré-Mirim (MA) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Pindaré-Mirim (MA), 2020
Mediana da disputa: R$ 50,1 por voto. Quem venceu, Neném Amorim, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 267; o mais barato, R$ 12,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fogoió PLR$ 14 mil · 53 votosR$ 267
- Professor Roberto Costa PSDBR$ 12 mil · 79 votosR$ 156
- Professor Chesman PLR$ 55 mil · 410 votosR$ 135
- Judite Maria PLR$ 54 mil · 603 votosR$ 89,2
- Mocinha PLR$ 28 mil · 465 votosR$ 60,9
- Keissiany De Areias PLR$ 40 mil · 659 votosR$ 60,1
- Concita PLR$ 11 mil · 226 votosR$ 50,1
- Netinho PLR$ 14 mil · 330 votosR$ 42,9
- Alberto Lulu PLR$ 11 mil · 586 votosR$ 19,3
- Caçula Muniz PSDBR$ 18 mil · 1.142 votosR$ 16,2
- Luis De Areias PSDBR$ 14 mil · 973 votosR$ 14,3
- Neném Amorim PSDBR$ 11 mil · 872 votosR$ 12,7
Votos por real
- 2020, vereador: 179 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.