Apuração
Vereador · 2024 · UNIÃO

Gilson Cazumbá

Gilson Ferreira Cazumbá · nasceu em 1961

Gilson Cazumbá se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em todas.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoUNIÃO+0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PL2012PL2016CIDADANIA2020SOLIDARIEDADE2024UNIÃO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024.

Passou por 5 partidos: PP (2004), PL (2008–2012), CIDADANIA (2016), SOLIDARIEDADE (2020), UNIÃO (2024).

VereadorPartidoPPPLCIDADANIASOLIDARIEDADEUNIÃO’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 63 anos, ensino médio, vereador, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    UNIÃO 44123· direita
    eleito614 votos
  2. 2020
    SOLIDARIEDADE 77123· centro-direita· na urna, Gilson Cazumbá Escurinho
    eleito426 votos
  3. 2016
    CIDADANIA 23456· centro· na urna, Gilson Cazumba
    eleito701 votos
  4. 2012
    PL 22345· direita· na urna, Escurinho
    eleito525 votos
  5. 2008
    PL 22345· direita· na urna, Escurinho
    eleito722 votos
  6. 2004
    PP 11234· direita· na urna, Escurinho
    eleito779 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Gilson Cazumbá declarou R$ 243 mil em bens, em reais de hoje: 22 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 208 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 243 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 220.000 na declaração)

Declarou 22 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.

  • Gilson CazumbáR$ 243 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 11 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 90 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 243 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Casa situada no loteamento nova vidaR$ 165,7 mil
    Casa
  2. Chevrolet cobalt 1.8R$ 55,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Deposito em conta e investimentos bancariosR$ 11 mil
    Conta corrente no país
  4. DinheiroR$ 11 mil
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Gilson Cazumbá declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · São Gonçalo dos Campos (BA) · UNIÃO · eleito

De onde veio

R$ 5.977
1,2% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.977.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 4.37573,2%
  2. Próprio bolsoR$ 1.53125,6%
  3. Outros candidatosR$ 711,2%

Para onde foi

R$ 5.468
O maior gasto foi com material impresso: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.468. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Rjn Servicos Grafica LtdaR$ 3.88371%
  2. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 84815,5%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 3286%

Quanto custou cada voto: vereador, São Gonçalo dos Campos (BA), 2024

Gilson Cazumbá: R$ 8,91 por voto (mediana da disputa, R$ 23,9). Quem venceu, Sérgio De Dezinho, gastou R$ 5,34 por voto. O voto mais caro custou R$ 483; o mais barato, R$ 5,34.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gilson Cazumbá. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Deu Do Magalhaes PC do BR$ 8,2 mil · 17 votosR$ 483
  • Paula Leal PSOLR$ 15 mil · 142 votosR$ 109
  • Mauricinho PC do BR$ 2,7 mil · 77 votosR$ 35,5
  • Rafael Freire AVANTER$ 3,5 mil · 114 votosR$ 30,7
  • Priscila Marques PPR$ 17 mil · 610 votosR$ 28
  • Ney Lava Jato PC do BR$ 2,8 mil · 108 votosR$ 26
  • Joca PPR$ 17 mil · 696 votosR$ 23,9
  • Nonato REPUBLICANOSR$ 11 mil · 600 votosR$ 18,2
  • Nei Da Saude PRDR$ 4 mil · 306 votosR$ 13,2
  • Gilson Cazumbá UNIÃOR$ 5,5 mil · 614 votosR$ 8,91
  • Platina PSDBR$ 5,9 mil · 701 votosR$ 8,36
  • Sérgio De Dezinho REPUBLICANOSR$ 5,3 mil · 989 votosR$ 5,34

Votos por real

  • 2024, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 178 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 180 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.