Gilmarzinho
Gilmar Miguel · nasceu em 1972
Gilmarzinho se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, até o fundamental, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Gilmarzinho declarou R$ 463 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 328,2 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- GilmarzinhoR$ 463 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Gilmarzinho declarou ao TSE R$ 4,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,9 mil, 16% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santa Albertina (SP) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.37847,5%
- PessoasR$ 1.05236,3%
- Fundo partidárioR$ 47016,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.20141,4%
- PessoalR$ 64822,3%
- TransporteR$ 56719,5%
- ServiçosR$ 47016,2%
- EscritórioR$ 150,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Albertina (SP), 2016
Gilmarzinho: R$ 20 por voto (mediana da disputa, R$ 14,9). Quem venceu, Luizinho, gastou R$ 7,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 62,8; o mais barato, R$ 7,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gilmarzinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nariguim PSDBR$ 11 mil · 182 votosR$ 62,8
- Tavim MDBR$ 4,5 mil · 102 votosR$ 44,3
- Tuca Lino PDTR$ 3,2 mil · 97 votosR$ 32,9
- Gilmarzinho MDBR$ 2,9 mil · 145 votosR$ 20
- Gatim MDBR$ 3,1 mil · 180 votosR$ 17,5
- Dircineu Pamonha MDBR$ 2,5 mil · 165 votosR$ 15
- Messias MDBR$ 3,5 mil · 234 votosR$ 14,9
- Fiinho PSDBR$ 3,8 mil · 265 votosR$ 14,2
- Luiz Carlos Facin Facin PSDBR$ 2,3 mil · 160 votosR$ 14,1
- Janete Vitorino-Filha Da Dita MDBR$ 2,2 mil · 158 votosR$ 14,1
- Dinei Da Ambulância MDBR$ 2,2 mil · 219 votosR$ 9,91
- Luizinho PSDBR$ 3,1 mil · 395 votosR$ 7,90
Votos por real
- 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 109 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.