Apuração
Prefeito · 2012 · CIDADANIA

Gilmar Neitzke

nasceu em 1967

Gilmar Neitzke disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Estrela (RS)), pelo CIDADANIA: não eleito.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoCIDADANIA2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Estrela (RS)
    CIDADANIA 23· centro
    não eleito1.741 votos, 8,7%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Gilmar Neitzke declarou R$ 784,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 784,8 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 358.170 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2012.

  • Gilmar NeitzkeR$ 784,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 528,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 598,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 784,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Uma area de terras 12R$ 328,7 mil
    Terreno rural
  2. Empresa conforflex moveis LTDAR$ 129,3 mil
    Outras participações societárias
  3. Um automovel picasso ano 2010/2011R$ 127 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Aplicação CDB banco do bradescoR$ 92 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  5. Empresa hezke consultoria e participaçõesR$ 46 mil
    Outras participações societárias
  6. Poupança no banco do bradescoR$ 39,4 mil
    Caderneta de poupança
  7. Um terreno, matricula 62016, bairro campestre, lajeado/rsR$ 11,2 mil
    Terreno
  8. Um terreno, matricula 62018, bairro campestre, lajeado/rsR$ 11,2 mil
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Gilmar Neitzke declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · Estrela (RS) · CIDADANIA · não eleito

De onde veio

R$ 14,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 11,5 mil81,4%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 2.62118,6%

Para onde foi

R$ 14,1 mil
O maior gasto foi com transporte: 81% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 2.62118,6%
  2. ServiçosR$ 1080,8%

Quanto custou cada voto: prefeito, Estrela (RS), 2012

Gilmar Neitzke: R$ 8,09 por voto (mediana da disputa, R$ 8,09). Quem venceu, Rafael Mallmann, gastou R$ 1,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,9; o mais barato, R$ 1,53.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gilmar Neitzke. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 124 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.