Apuração
Prefeito · 2016 · PT

Gilão

Humberto Tolentino Pereira · nasceu em 1961

Gilão se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PT2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012 e 2016.

Sempre pelo PT.

PrefeitoVice-prefeitoPartidoPT20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, ensino médio, prefeito, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PT 13· centro-esquerda
    eleito3.291 votos, 60,8%
  2. 2012
    PT 13· centro-esquerda
    eleito3.372 votos, 63,2%
  3. 2008
    Vice-prefeito · Cachoeira de Pajeú (MG)
    PT 15· centro-esquerda
    Na chapa de Mundinho
    chapa não eleita2.519 votos da chapa, 48,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Gilão declarou R$ 3,1 mi em bens, em reais de hoje: 6,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 896 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3,1 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.924.000 na declaração)

Declarou 6,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.

  • GilãoR$ 3,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 18 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. 01 Imóvel rural denominado fazenda maravilha 875 haR$ 1,6 mi
    Outros bens imóveis rural
  2. 296 BovinosR$ 480,9 mil
    Rebanho e animais
  3. 01 Imóvel rural denominado fazenda marcela 37 haR$ 162,5 mil
    Outros bens imóveis rural
  4. 01 Caminhão volkswagem 8.160 2013/2014R$ 154,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. 01 Imóvel residencial localizado à rua dr clemente medradoR$ 130 mil
    Casa
  6. 01 Imóvel comercial localizado a rua espirito santoR$ 130 mil
    Casa
  7. 01 Imóvel comercial localizado na praça horácio machadoR$ 81,2 mil
    Casa
  8. 01 Imóvel comercial localizado à rua dr clemente medradoR$ 81,2 mil
    Casa
  9. 01 Imóvel localizado à rua sete de setembroR$ 65 mil
    Galpão
  10. 01 Fiat/estrada ano 2015/2015R$ 42,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  11. 01 Terreno no bairro deraldo dantasR$ 40,6 mil
    Terreno
  12. 01 Caminhão L1516 ano 1985R$ 40,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  13. 01 Fiat/uno way 1.4 ano 2012R$ 32,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  14. 01 Imóvel rural denominado fazenda ventania 19 haR$ 24,4 mil
    Outros bens imóveis rural
  15. 01 Caminhonete A10 diesel 1988R$ 19,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  16. Dinheiro em conta correnteR$ 8.123
    Conta corrente no país
  17. 01 Moto honda nxr 150 bros ano 2007R$ 4.874
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  18. 01 Moto honda CG150 titan 2004R$ 3.249
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Gilão declarou ao TSE R$ 405 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 270 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Cachoeira de Pajeú (MG) · PT · eleito

De onde veio

R$ 135,3 mil
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 135,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 123,9 mil91,6%
  2. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 11,3 mil8,4%

Para onde foi

R$ 135,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 29% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 135,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Marcela Da Silva Teodoro 09479920654R$ 39,5 mil29,2%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 2.3961,8%
  3. EscritórioR$ 1.7811,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Cachoeira de Pajeú (MG), 2016

Gilão: R$ 41,1 por voto (mediana da disputa, R$ 41,1).

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Fernanda PSDBR$ 108 mil · 2.124 votosR$ 50,9
  • Gilão PTR$ 135 mil · 3.291 votosR$ 41,1

Votos por real

  • 2016, prefeito: 24 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 12 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.