Geraldo Sartorelli
Geraldo Sartorelli Filho · nasceu em 1965
Geraldo Sartorelli se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2004–2008), PSDB (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, até o fundamental, motorista particular, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · ParanáPSB 40320· centro-esquerdasuplente1.949 votos; 234º mais votado de 519 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Geraldo Sartorelli teve 1.949 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 234º lugar entre 519 candidatos.
Recebeu votos em 22 cidades. Londrina deu 90,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Geraldo Sartorelli declarou R$ 5.171 em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 295 mil, já descontada a inflação.
Declarou 18% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Geraldo SartorelliR$ 5.171
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Geraldo Sartorelli declarou ao TSE R$ 136 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 50 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Londrina (PR) · PSDB · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 4.84085,1%
- Próprio bolsoR$ 84914,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.42562,6%
- PessoalR$ 2.19431%
- InternetR$ 2123%
- TransporteR$ 1422%
- EscritórioR$ 991,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Londrina (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 25,2 por voto. Quem venceu, Ailton Nantes, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,3; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Moisés Originalli PSLR$ 48 mil · 589 votosR$ 82,3
- Felipe Juliani PSLR$ 135 mil · 2.100 votosR$ 64,4
- Jamil Janene PPR$ 132 mil · 2.257 votosR$ 58,7
- Professora Lucia Cortez PTBR$ 43 mil · 880 votosR$ 49
- Vilson Bittencourt PSBR$ 45 mil · 1.097 votosR$ 41,1
- Sueli Terenzi Rizzi REPUBLICANOSR$ 38 mil · 1.096 votosR$ 34,3
- Marcelo Oguido PTBR$ 52 mil · 2.056 votosR$ 25,2
- Amauri Cardoso PSDBR$ 45 mil · 1.818 votosR$ 25
- Eduardo Tominaga DEMR$ 67 mil · 2.815 votosR$ 23,7
- Regis Choucino PPR$ 55 mil · 2.335 votosR$ 23,4
- Emanoel Gomes REPUBLICANOSR$ 51 mil · 2.582 votosR$ 19,7
- Ailton Nantes PPR$ 46 mil · 2.652 votosR$ 17,3
Votos por real
- 2020, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 61 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.