Geraldo Melo
Geraldo Jose da Camara Ferreira de Melo · nasceu em 1935
Geraldo Melo se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2018, não eleito.
Declarou ao TSE em 2018: 83 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2006
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Geraldo Melo declarou R$ 44,5 mi em bens, em reais de hoje: 73 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 53,9 mi, já descontada a inflação.
Declarou 73 vezes a mediana dos candidatos a senador no Rio Grande do Norte em 2018.
- Geraldo MeloR$ 44,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 607,8 mil
Cada quadrado, R$ 2 mi.
Os 9 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 38,1 miOutras participações societárias
- #Nulo#R$ 6,3 miCasa
- #Nulo#R$ 44,9 milConsórcio não contemplado
- #Nulo#R$ 12,9 milConta corrente no exterior
- #Nulo#R$ 6.337Terreno
- #Nulo#R$ 1.365Conta corrente no país
- #Nulo#R$ 399Quotas ou quinhões de capital
- #Nulo#R$ 152Outros bens e direitos
- #Nulo#R$ 132Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Geraldo Melo declarou ao TSE R$ 7,5 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para senador: R$ 3,2 milhões.
Campanha a campanha
2018 · Senador · Rio Grande do Norte · PSDB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Da Social Democracia BrasileiraR$ 754 mil47,9%
- Próprio bolsoR$ 35,4 mil2,2%
- PessoasR$ 28,7 mil1,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 71,9 mil4,6%
- PessoalR$ 54,3 mil3,5%
- EscritórioR$ 3.1000,2%
Quanto custou cada voto: senador, Rio Grande do Norte, 2018
Geraldo Melo: R$ 4,11 por voto (mediana da disputa, R$ 1,52). Quem venceu, Capitão Styvenson, gastou R$ 0,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 8,06; o mais barato, R$ 0,05.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Geraldo Melo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados e 2 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Garibaldi Filho MDBR$ 3 milhões · 376.199 votosR$ 8,06
- Jácome PODER$ 2,2 milhões · 307.399 votosR$ 7,22
- Geraldo Melo PSDBR$ 1,6 milhão · 382.249 votosR$ 4,11
- Magnólia SOLIDARIEDADER$ 317 mil · 114.055 votosR$ 2,78
- Dr. Zenaide Maia PHSR$ 1,6 milhão · 660.315 votosR$ 2,44
- Alexandre Motta PTR$ 413 mil · 242.465 votosR$ 1,70
- Professor Lailson PSOLR$ 11 mil · 7.420 votosR$ 1,52
- Telma Gurgel PSOLR$ 19 mil · 23.846 votosR$ 0,79
- Napoleão REDER$ 4,5 mil · 7.166 votosR$ 0,63
- Capitão Styvenson REDER$ 54 mil · 745.827 votosR$ 0,07
- João Morais PSTUR$ 300 · 4.291 votosR$ 0,07
- Ana Celia PSTUR$ 398 · 8.233 votosR$ 0,05
Votos por real
- 2018, senador: 244 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2006, senador: 49 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2002, senador: 175 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.