Geraldo Martins
Geraldo Martins de Freitas · nasceu em 1935
Geraldo Martins se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PL (2008), MDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 77 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Geraldo Martins declarou R$ 438,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 62,3 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Geraldo Martins declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 1,2 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Paracambi (RJ) · PL · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 88982,6%
- Próprio bolsoR$ 18717,4%
Para onde foi
- OutrosR$ 88988,3%
- EscritórioR$ 11811,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Paracambi (RJ), 2008
Mediana da disputa: R$ 30,4 por voto. Quem venceu, Tiãozinho De Lages, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 288; o mais barato, R$ 14,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Coronel Starck PDTR$ 19 mil · 66 votosR$ 288
- Serginho PTR$ 47 mil · 515 votosR$ 92
- Marquinho PLR$ 37 mil · 828 votosR$ 44,9
- Robson Da Silva PTR$ 27 mil · 713 votosR$ 38,3
- Chambarelli PPR$ 17 mil · 547 votosR$ 31,4
- Cirriquinho MDBR$ 20 mil · 675 votosR$ 30,4
- Alan Silva PLR$ 28 mil · 934 votosR$ 30
- Laercio Alves MDBR$ 14 mil · 672 votosR$ 21,5
- Wanderlucio PTBR$ 19 mil · 968 votosR$ 20,1
- Reinaldo PLR$ 12 mil · 711 votosR$ 16,7
- Tiãozinho De Lages MDBR$ 12 mil · 864 votosR$ 14,1
Votos por real
- 2008, vereador: 207 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 318 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.