Coronel Starck
Jorge Starck Silva · nasceu em 1954
Coronel Starck se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2002), PDT (2006–2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 54 anos, superior completo, militar reformado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio de JaneiroPDT 1268· centro-esquerdasuplente623 votos; 547º mais votado de 707 no estado
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroPT 13567· centro-esquerdasuplente4.281 votos; 306º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Coronel Starck teve 623 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 547º lugar entre 707 candidatos.
Recebeu votos em 37 cidades. Paracambi deu 56,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,6%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Coronel Starck declarou R$ 83,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 44,8 mil acima da inflação.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Coronel Starck declarou ao TSE R$ 77 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 40 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Paracambi (RJ) · PDT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 15,8 mil83,1%
- PessoasR$ 3.21316,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 8.03842,3%
- RepassesR$ 5.35528,2%
- OutrosR$ 3.21316,9%
- TransporteR$ 2.28412%
- EscritórioR$ 1200,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Paracambi (RJ), 2008
Coronel Starck: R$ 288 por voto (mediana da disputa, R$ 30,4). Quem venceu, Tiãozinho De Lages, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 288; o mais barato, R$ 14,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Coronel Starck. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Coronel Starck PDTR$ 19 mil · 66 votosR$ 288
- Serginho PTR$ 47 mil · 515 votosR$ 92
- Marquinho PLR$ 37 mil · 828 votosR$ 44,9
- Robson Da Silva PTR$ 27 mil · 713 votosR$ 38,3
- Chambarelli PPR$ 17 mil · 547 votosR$ 31,4
- Cirriquinho MDBR$ 20 mil · 675 votosR$ 30,4
- Alan Silva PLR$ 28 mil · 934 votosR$ 30
- Laercio Alves MDBR$ 14 mil · 672 votosR$ 21,5
- Wanderlucio PTBR$ 19 mil · 968 votosR$ 20,1
- Reinaldo PLR$ 12 mil · 711 votosR$ 16,7
- Tiãozinho De Lages MDBR$ 12 mil · 864 votosR$ 14,1
Votos por real
- 2008, vereador: 4,8 votos por R$ 1.000, 9% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 35 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 108 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.