Geraldo Cruz
Geraldo Leite da Cruz · nasceu em 1954
Geraldo Cruz se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2010 e 2014.
Passou por 2 partidos: PT (2004–2018), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · São PauloPT 13147· esquerdasuplente36.111 votos; 128º mais votado de 1.959 no estado
- 2016
- 2014Deputado estadual · São PauloPT 13147· centro-esquerdaeleito60.103 votos; 90º mais votado de 1.878 no estado
- 2010Deputado estadual · São PauloPT 13147· centro-esquerdaeleito131.206 votos; 18º mais votado de 1.543 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Geraldo Cruz teve 36.111 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 128º lugar entre 1.959 candidatos.
Recebeu votos em 181 cidades. Embu das Artes deu 59,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,5%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Geraldo Cruz declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2010 e 2020, o total caiu R$ 576,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- Geraldo CruzR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovel sito a rua alameda flamingo 320 jd itatiaiaR$ 718,2 milCasa
- 50% De prédio comercial localizada a estrada do campo…R$ 172,5 milPrédio comercial
- Casa financiada pela caixa economica federal sito a rua…R$ 148,3 milCasa
- Imovel sito a rua tomaz antonio gonzagaR$ 71,8 milOutros bens imóveis
- Real brasileiroR$ 71,8 milDinheiro em espécie
- Imovel estrada de itapecericaR$ 52,2 milPrédio comercial
- Imovel estrada constantinoplaR$ 49,4 milCasa
- Veiculo marca VW wolkswagwn-modelo fusca ano 1977R$ 2.873Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Geraldo Cruz declarou ao TSE R$ 7 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 2,3 milhões.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Embu das Artes (SP) · PDT · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 26,9 mil3,6%
Para onde foi
- Pessoal198 pessoas, não nomeadasR$ 274,9 mil38,4%
- RepassesTudo de Partido Democratico TrabalhistaR$ 147,7 mil20,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 19,8 mil2,8%
- EscritórioR$ 1.9520,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Embu das Artes (SP), 2020
Geraldo Cruz: R$ 38 por voto (mediana da disputa, R$ 10,9). Quem venceu, Ney Santos, gastou R$ 32,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 38; o mais barato, R$ 7,67.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Geraldo Cruz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados e 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Geraldo Cruz PDTR$ 715 mil · 18.801 votosR$ 38
- Ney Santos REPUBLICANOSR$ 2 milhão · 61.660 votosR$ 32,1
- Rosângela Santos PTR$ 296 mil · 27.178 votosR$ 10,9
- Dra Bete PSDBR$ 159 mil · 15.612 votosR$ 10,2
- Sargento Ruas O Sheriff PSLR$ 28 mil · 3.659 votosR$ 7,67
Votos por real
- 2020, prefeito: 33 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 231 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 31 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 56 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.