Geraldo Bulhões
Geraldo Bulhões Barros · nasceu em 1938
Geraldo Bulhões disputou uma eleição, em 2002, para senador (Alagoas), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2002, não eleito.
Declarou ao TSE em 2002: 64 anos, superior completo, empresario. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2002, Geraldo Bulhões declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, em reais de hoje.
2002 · Senador · Alagoas · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: senador, Alagoas, 2002
Geraldo Bulhões: R$ 0,38 por voto (mediana da disputa, R$ 1,71). Quem venceu, Renan, gastou R$ 3,73 por voto. O voto mais caro custou R$ 10,1; o mais barato, R$ 0,25.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Geraldo Bulhões. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Teotonio Vilela Filho PSDBR$ 7,7 milhões · 762.675 votosR$ 10,1
- Renan MDBR$ 3 milhões · 815.136 votosR$ 3,73
- Eduardo Bomfim PC do BR$ 215 mil · 126.023 votosR$ 1,71
- Geraldo Bulhões DEMR$ 26 mil · 67.998 votosR$ 0,38
- Ildo Rafael MOBILIZAR$ 24 mil · 97.736 votosR$ 0,25
Votos por real
- 2002, senador: 2.636 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.