Geraldinho Mesquita
Geraldo Gurgel de Mesquita Júnior · nasceu em 1948
Geraldinho Mesquita disputou uma eleição, em 2002, para senador (Acre), pelo PSB: eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2002, eleito.
Declarou ao TSE em 2002: 53 anos, superior completo, servidor publico federal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2002, Geraldinho Mesquita declarou ao TSE R$ 414 mil em receitas, em reais de hoje.
2002 · Senador · Acre · PSB · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 27,8 mil6,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 2.1950,5%
- OutrosR$ 1.0080,2%
- EventosR$ 5560,1%
Quanto custou cada voto: senador, Acre, 2002
Geraldinho Mesquita: R$ 3,95 por voto (mediana da disputa, R$ 5,96). O voto mais caro custou R$ 18; o mais barato, R$ 3,95.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alex PSLR$ 269 mil · 14.920 votosR$ 18
- Sergio Barros PSDBR$ 704 mil · 66.192 votosR$ 10,6
- Nabor Junior MDBR$ 369 mil · 61.849 votosR$ 5,96
- Marina Silva PTR$ 890 mil · 157.588 votosR$ 5,65
- Geraldinho Mesquita PSBR$ 414 mil · 104.993 votosR$ 3,95
Votos por real
- 2002, senador: 253 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.