Apuração
Deputado estadual · 2006 · PTB

George Danielides

nasceu em 1967

George Danielides disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Mato Grosso), pelo PTB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPTB2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 38 anos, superior completo, veterinário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Mato Grosso
    PTB 14000· centro-direita
    suplente2.071 votos; 76º mais votado de 171 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, George Danielides teve 2.071 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 76º lugar entre 171 candidatos.

Recebeu votos em 56 cidades. Alta Floresta deu 67,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,7%.

2.071 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.071 votos.
  1. Alta Floresta (MT)1.405 votos67,8%
  2. Nova Monte Verde (MT)161 votos7,8%
  3. Novo Mundo (MT)83 votos4%
  4. Carlinda (MT)66 votos3,2%
  5. Nova Bandeirantes (MT)59 votos2,8%
  6. Outras 41 cidades90 votos4,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, George Danielides declarou R$ 149,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 149,1 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 50.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso em 2006.

  • George DanielidesR$ 149,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 199,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 149,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, George Danielides declarou ao TSE R$ 38 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Mato Grosso · PTB · suplente

De onde veio

R$ 37,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37,7 mil.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 15,3 mil40,6%
  2. Próprio bolsoR$ 15,2 mil40,3%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro Distrital/Estadual Para Deputado Estadual Ptb-MtR$ 7.21119,1%

Para onde foi

R$ 7.211
O maior gasto foi com escritório: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso, 2006

Mediana da disputa: R$ 38,6 por voto. Quem venceu, Walter Rabello, gastou R$ 8,79 por voto. O voto mais caro custou R$ 115; o mais barato, R$ 8,79.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 287 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.