Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Geninho

Geniomar Jose Spagnol · nasceu em 1967

Geninho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Itá (SC)
    MDB 15315· centro
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Itá (SC)
    MDB 15315· centro
    suplente180 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Geninho declarou R$ 16,2 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 16,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 6.000 na declaração)

Declarou 11% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.

  • GeninhoR$ 16,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 16,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Geninho declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Itá (SC) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 11,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 4.24136,7%
  2. PartidoR$ 3.61431,3%
  3. PessoasR$ 3.34729%
  4. EmpresasR$ 3513%

Para onde foi

R$ 11,6 mil
O maior gasto foi com transporte: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,6 mil.
  1. TransporteR$ 8.01169,4%
  2. Material impressoR$ 2.92625,3%
  3. OutrosR$ 3513%
  4. EscritórioR$ 2622,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Itá (SC), 2008

Geninho: R$ 101 por voto (mediana da disputa, R$ 169). Quem venceu, Bruckmann, gastou R$ 47,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.380; o mais barato, R$ 47,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Geninho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 9,9 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.