Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PT

Genilson

Bomfim Genilson Souza da Silva · nasceu em 1984

Genilson se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,40← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PT2016PT2020PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

PrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPT2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, superior completo, administrador, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Itacaré (BA)
    PT 13· esquerda
    Na chapa de Antonio de Anizio
    chapa eleita8.008 votos da chapa, 63,6%
  2. 2016
    Vice-prefeito · Itacaré (BA)
    PT 13· centro-esquerda
    Na chapa de Antonio de Anizio
    chapa eleita4.437 votos da chapa, 39,1%
  3. 2012
    Prefeito · Itacaré (BA)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito398 votos, 4,0%
  4. 2008
    Vereador · Itacaré (BA)
    PT 13500· centro-esquerda· na urna, Bomfim Genilson
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Genilson declarou R$ 56,3 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 56,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 39.216 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 56,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Consórcio carro comtempladoR$ 37,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Banco do brasilR$ 8.642
    Caderneta de poupança
  3. Titulo de capitalizaçãoR$ 4.926
    Outras aplicações
  4. Tesouro selic 2025R$ 4.600
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  5. Tesouro selic pre fixado 2022R$ 401
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Genilson declarou ao TSE R$ 881 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 653.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Itacaré (BA) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 227
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 227
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: prefeito, Itacaré (BA), 2012

Genilson: R$ 0,57 por voto (mediana da disputa, R$ 81,3). Quem venceu, Jarbas, gastou R$ 93,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 93,2; o mais barato, R$ 0,57.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Genilson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 398 votos por R$ 1.000, 32 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.