Galego
Edivaldo Souza Lima · nasceu em 1961
Galego se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 47 anos, até o fundamental, prefeito. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Galego declarou R$ 458,4 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito na Bahia em 2008.
- GalegoR$ 458,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 439,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 594,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Galego declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 40 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Itaju do Colônia (BA) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Itaju do Colônia (BA), 2008
Galego: R$ 0,11 por voto (mediana da disputa, R$ 38,7). Quem venceu, Padre Edinaldo, gastou R$ 46,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,8; o mais barato, R$ 0,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Galego. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Padre Edinaldo PTR$ 55 mil · 1.169 votosR$ 46,8
- Ana Paula MDBR$ 39 mil · 1.008 votosR$ 38,8
- Hauri CIDADANIAR$ 17 mil · 438 votosR$ 38,7
- Galego DEMR$ 104 · 926 votosR$ 0,11
Votos por real
- 2008, prefeito: 926 votos por R$ 1.000, 36 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 64 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.