Galego
Adilson de Jesus · nasceu em 1969
Galego se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PP (2004), PRTB (2008), PSD (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, superior completo, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Galego declarou R$ 186,8 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 55,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- GalegoR$ 186,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa resiencialR$ 97,5 milCasa
- Casa residencialR$ 48,7 milCasa
- Ford ecosportR$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda biz ano 2011/2012 placa nzi 7882R$ 8.123Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Galego declarou ao TSE R$ 62 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 30 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Entre Rios (BA) · PSD · eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Partido Social Democratico-PsdR$ 6.44452,8%
- Próprio bolsoR$ 5.26243,1%
- Outros candidatosR$ 4994,1%
Para onde foi
- TransporteTudo de Partido Social Democratico-PsdR$ 1.76514,5%
- EventosTudo de Partido Social Democratico-PsdR$ 1.57212,9%
- PessoalR$ 1.56412,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 8106,6%
- ServiçosR$ 7356%
- EscritórioR$ 1130,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Entre Rios (BA), 2016
Galego: R$ 32,1 por voto (mediana da disputa, R$ 33). Quem venceu, Tarcio Almeida, gastou R$ 15,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 15,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Galego. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Suzana PSDR$ 10 mil · 52 votosR$ 201
- Joaquim Mendes CIDADANIAR$ 13 mil · 137 votosR$ 93,7
- Arnou Do Sindicato PTBR$ 16 mil · 252 votosR$ 62,4
- Marcelo Farias PSDBR$ 16 mil · 346 votosR$ 46,4
- Marquinhos PSDBR$ 16 mil · 357 votosR$ 46
- Filipe Argolo SOLIDARIEDADER$ 23 mil · 559 votosR$ 41
- Gilvan De Gerônimo PODER$ 9,3 mil · 282 votosR$ 33
- Galego PSDR$ 12 mil · 380 votosR$ 32,1
- Leo Oliveira PSDR$ 10 mil · 334 votosR$ 30,7
- Professor Dede PODER$ 23 mil · 759 votosR$ 30,5
- Israel Lobato DEMR$ 8,9 mil · 509 votosR$ 17,5
- Tarcio Almeida PSDR$ 11 mil · 736 votosR$ 15,6
Votos por real
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 35 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.