Gabriel
Gabriel Egidio do Carmo · nasceu em 1987
Gabriel disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Teixeiras (MG)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 28 anos, superior completo, servidor público estadual, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Gabriel declarou ao TSE R$ 2 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Prefeito · Teixeiras (MG) · PT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.53876%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 48624%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 48624,9%
- EscritórioR$ 763,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Teixeiras (MG), 2016
Gabriel: R$ 1,27 por voto (mediana da disputa, R$ 11,1). Quem venceu, Dioguinho, gastou R$ 11,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 11,2; o mais barato, R$ 1,27.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gabriel. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dioguinho PLR$ 57 mil · 5.044 votosR$ 11,2
- Ze Hortinha PDTR$ 18 mil · 1.659 votosR$ 11,1
- Gabriel PTR$ 2 mil · 1.541 votosR$ 1,27
Votos por real
- 2016, prefeito: 788 votos por R$ 1.000, 8,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.