Fuad
Fuad Ghannage · nasceu em 1924
Fuad disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Tabapuã (SP)), pelo PP: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 80 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor publico). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Fuad declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Tabapuã (SP) · PP · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13,8 mil67,9%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 6.51632,1%
Para onde foi
- TransporteTudo de Auto Posto Galetti LtdaR$ 3.29116,2%
- EscritórioR$ 1270,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Tabapuã (SP), 2004
Fuad: R$ 161 por voto (mediana da disputa, R$ 26,6). Quem venceu, Jamil, gastou R$ 14 por voto. O voto mais caro custou R$ 161; o mais barato, R$ 14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Fuad. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fuad PPR$ 20 mil · 126 votosR$ 161
- Sidney Franzotti PTBR$ 39 mil · 1.476 votosR$ 26,6
- Jamil PSDBR$ 50 mil · 3.569 votosR$ 14
Votos por real
- 2004, prefeito: 6,2 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.