Apuração
Vereador · 2008 · PSC

Freitas Nobre

Lair Ferreira de Freitas · nasceu em 1936

Freitas Nobre se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,51← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSD2006PAN2008PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PSD (2002), PAN (2006), PSC (2008).

Dep. federalVereadorPartidoPSDPANPSC2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2008: 72 anos, ensino médio, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Pouso Alegre (MG)
    PSC 20555· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2006
    Deputado federal · Minas Gerais
    PAN 2601· sem classificação
    suplente692 votos; 382º mais votado de 528 no estado
  3. 2002
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSD 4101· direita
    suplente620 votos; 335º mais votado de 415 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Freitas Nobre teve 692 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 382º lugar entre 528 candidatos.

Recebeu votos em 54 cidades. Pouso Alegre deu 71,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,3%.

692 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 692 votos.
  1. Pouso Alegre (MG)494 votos71,4%
  2. São Gonçalo do Sapucaí (MG)24 votos3,5%
  3. Congonhal (MG)23 votos3,3%
  4. São Sebastião da Bela Vista (MG)16 votos2,3%
  5. Belo Horizonte (MG)12 votos1,7%
  6. Outras 39 cidades60 votos8,7%
As outras 1 eleições para deputado
620 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 620 votos.
  1. Pouso Alegre (MG)321 votos51,8%
  2. Borda da Mata (MG)46 votos7,4%
  3. Belo Horizonte (MG)33 votos5,3%
  4. Espírito Santo do Dourado (MG)23 votos3,7%
  5. São Gonçalo do Sapucaí (MG)20 votos3,2%
  6. Outras 58 cidades80 votos12,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Freitas Nobre declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado federal · Minas Gerais · PAN · suplente

De onde veio

R$ 10,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 10,1 mil
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 22 por voto. Quem venceu, Bilac Pinto, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 11,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 68 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.