Frei Dilson
Dilson Batista Santiago · nasceu em 1954
Frei Dilson se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PT (2002–2010), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · BahiaPT 13690· centro-esquerdasuplente15.281 votos; 107º mais votado de 493 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Frei Dilson teve 15.281 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 107º lugar entre 493 candidatos.
Recebeu votos em 96 cidades. Itamaraju deu 60,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Frei Dilson declarou ao TSE R$ 366 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 184 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Itamaraju (BA) · PSB · não eleito
De onde veio
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 9.67579,6%
- Próprio bolsoR$ 2.47720,4%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 2.70422,3%
- ServiçosR$ 940,8%
- EscritórioR$ 920,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Itamaraju (BA), 2016
Frei Dilson: R$ 11,4 por voto (mediana da disputa, R$ 11,4). Quem venceu, Dr. Marcelo, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 17,2; o mais barato, R$ 4,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Frei Dilson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Joilson PSOLR$ 6,8 mil · 392 votosR$ 17,2
- Luiz Mario PSDR$ 155 mil · 9.880 votosR$ 15,7
- Frei Dilson PSBR$ 12 mil · 1.063 votosR$ 11,4
- Dr. Marcelo PSDBR$ 161 mil · 14.848 votosR$ 10,8
- Léo Lopes PPR$ 23 mil · 5.804 votosR$ 4,02
Votos por real
- 2016, prefeito: 87 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 3.670 votos por R$ 1.000, 78 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 104 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 572 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.