Frederico Sotero
Frederico Sotero de Vasconcelos · nasceu em 1974
Frederico Sotero disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (São Roque de Minas (MG)), pelo CIDADANIA: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 30 anos, superior completo, diretor de empresas. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Frederico Sotero declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · São Roque de Minas (MG) · CIDADANIA · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, São Roque de Minas (MG), 2004
Frederico Sotero: R$ 193 por voto (mediana da disputa, R$ 15,4). Quem venceu, Nilzo De Faria, gastou R$ 0,33 por voto. O voto mais caro custou R$ 193; o mais barato, R$ 0,33.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Frederico Sotero. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Frederico Sotero CIDADANIAR$ 4,6 mil · 24 votosR$ 193
- Cairo Manoel De Oliveira MDBR$ 21 mil · 958 votosR$ 21,9
- Tide PTBR$ 3,9 mil · 253 votosR$ 15,4
- Nilzo De Faria PLR$ 495 · 1.495 votosR$ 0,33
Votos por real
- 2004, prefeito: 5,2 votos por R$ 1.000, 9% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.